Para maior segurança dos banhistas há diversas sinalizações nas praias.
Oficialmente são cinco as bandeiras que podemos encontrar nas praias da nossa costa continental: verde (é permitido tomar banho e nadar), amarela (cuidado, é proibido nadar), vermelha (perigo, é proibido entrar na água), axadrezada a preto e branco (praia temporariamente sem vigilância) e às riscas amarela e vermelha — esta última, tecnicamente, uma bandeirola que marca a zona recomendada para banhos.
A bandeira azul é um galardão de qualidade, não um sinal de segurança. No balanço de 27 de julho havia em Portugal 386 praias galardoadas com esta bandeira. Há então bandeiras com cores para quase todos os gostos. Repare-se no que falta: o roxo. Então de onde vem a ideia da bandeira roxa?
O padrão internacional recomendado pela International Life Saving Federation (ILS) prevê uma bandeira roxa para assinalar organismos marinhos perigosos, como medusas (também conhecidas como alforrecas) ou a caravela-portuguesa, mas essa cor não está prevista na legislação portuguesa. Entretanto, estamos a falar apenas das praias de Portugal continental.
Em 2022, a Madeira criou um sinalização regional própria para a presença de animais marinhos perigosos, que se soma à sinalização do ISN. E essa bandeira é, inequivocamente, roxa, com uma medusa desenhada a branco.




























