Sinistralidade em contexto urbano

O jornal Público revela que «a sinistralidade em contexto urbano, ou “dentro das localidades”, para utilizar uma terminologia que a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária admite ser em parte incorrecta, continua a ser um forte motivo de preocupação, tendo em conta que Portugal continua a apresentar, ano após ano, números acima da média europeia e de alguns países que lhe servem de referência. Em 2019, entre as 626 pessoas que morreram nas estradas, 333 (53%) morreram em vias onde se esperaria que uma menor velocidade de circulação ajudasse a diminuir as consequências da sinistralidade. E, destes 37% seguiam não em estradas, mas em “arruamentos”.