Freguesia da Ponta do Pargo

Festas

São Pedro (no sábado a seguir ao dia 29 de Junho)
Festa do Santísimo Sacramento (domingo seguinte ao dia 29 de Junho)
Festa de Nossa Senhora do Amparo (último domingo de Agosto)
Festa de Nossa Senhora da Boa Morte
Festa de Santo António (1.º domingo de Setembro)
Cortejos dos tabuleiros (Sábado da festa de Santo António)
Festa do Pêro (3.º fim-de-semana de Setembro)

Património

• Igreja matriz
• Igreja do Amparo
• Capelas de Nossa Senhora da Boa Morte
• Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem

Outros locais

• Farol de Vigia
• Sítio do Pico das Favas

Colectividades

• Associação Desportiva e Cultural da Ponta do Pargo
• Grupo de Cantigas Norte a Sul

Paróquias

• Ponta do Pargo
• Amparo

História

Situada no extremo oeste da costa sul da ilha, no alto de rochas sobranceiras ao mar, esta freguesia forma uma planície, excepto na região montanhosa que a limita a norte. Muitos terrenos desta zona pertenceram a Garcia da Câmara, genro de Zarco e a Afonso Henriques. Aqui se formaram pequenas fazendas de colonos que trabalhavam as terras e viviam em toscas habitações.
Inicialmente pertenceu esta povoação à Fajã da Ovelha da qual foi desmembrada quando esta se constituiu freguesia autónoma, tornando-se freguesia independente sob a invocação de S. Pedro.
Ignora-se o ano da criação da paróquia sendo que o mais antigo documento que a ela se refere é o alvará de 4 de Março de 1560 que estipula a côngrua para o pároco.
A primeira sede da paróquia foi uma capela dedicada a S. Pedro, de cujo ano de construção não há notícia. Foi este templo transformado em igreja paroquial após ter sido sujeito a vários acrescentamentos e reedificações. No decurso do tempo, passou esta igreja por diferentes lugares. Primitivamente esteve no Sítio do Pé do Pico, depois na Achada da Igreja e, finalmente, no lugar onde actualmente se encontra.
Esta paróquia pertenceu ao concelho de Porto Moniz entre 1835 e 1849, altura em que passou a fazer parte do concelho da Calheta. Em 1855 foi novamente encorporada no concelho de Porto Moniz até 1871 e, pela lei de 26 de Junho, foi reintegrada no concelho da Calheta à qual ainda hoje pertence.
A origem do seu nome é referida por Gaspar Frutuoso: “ Da Calheta passou o capitam abaixo ate a derradeira ponta sobre o mar, donde parece não ha mais terra; e estando aqui, lhe trouxeram (…) hum peixe, que parecia pargo, (…); por razão do qual peixe ficou nome áquella ponta a do pargo (…)”.

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